Sexta-feira, 18 de Dezembro de 2009

Silenciaram alarmes de banco e furtaram 40 mil euros do cofre

Assaltantes operaram de madrugada e até rebarbadora usaram no BPN de Vila das Aves
 
Depois de neutralizar os alarmes e a vídeo vigilância, um grupo arrombou, ontem de madrugada, quarta-feira,  o cofre de um banco, em Vila das Aves (Santo Tirso), de onde furtou cerca de 40 mil euros. Mais casos do género investigados no país.
Ao final da manhã de ontem, ainda se varriam os últimos vestígios da destruição que a actividade de uma rebarbadora deixou na dependência das Aves do Banco Português de Negócios (BPN). Tudo aconteceu presumivelmente de madrugada, sem que alguém desse conta. O alerta só chegaria à GNR às 8 horas, quando o gerente se preparava para abrir o banco ao público e foi surpreendido por um rasto de estragos.
Segundo o JN apurou, o assalto terá sido efectuado por seis indivíduos, uma contagem possível graças às escassas imagens resultantes de um sistema de vídeo vigilância que os assaltantes depois "cegaram" - uma das três câmaras foi destruída e as restantes apontadas para o tecto.
Também o alarme foi silenciado, tendo o equipamento sido destruído. A entrada fez-se pelas portas da frente ou pelas janelas das traseiras, que apresentavam indícios de terem sido forçadas. O gangue ainda tentou arrombar a caixa Multibanco, mas não foi bem sucedido.
Pelas marcas detectadas numa parede, é provável que tenham também recorrido a uma marreta. Apesar do ruído intenso produzido por uma rebarbadora, as autoridades não detectaram alguém que o tivesse escutado vindo do rés-do-chão do nº 535 da Avenida de Poldrães, na EN 105. O banco situa-se um pouco afastado da estrada, com um parque de estacionamento pelo meio e numa zona isolada, apenas com oficinas e um armazém de mobiliário de cozinha por vizinhos.
 O primeiro e segundo andares do edifício que alberga o BPN são ocupados por um escritório de corretores de seguros e de advogados, igualmente encerrados à hora a que o furto terá sido concretizado. A casa mais próxima fica do outro lado da estrada e está desabitada. Segundo soube o JN, uma patrulha da GNR terá passado pelo local às 2.30 horas, mas não detectou qualquer movimento suspeito.
 
As autoridades policiais estão a investigar vários casos de assaltos "cirúrgicos" a bancos, com método semelhante, ocorridos nos últimos meses, em concelhos do Norte e do Centro. Suspeita-se de grupos altamente organizados, que planeiam as investidas ao pormenor.
 
Fonte: Jornal de Notícias


publicado por domifer às 01:13
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